quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O Descontente

Quanto engano;
quanto desânimo;
quanta frieza roubando meu ânimo.

Levanto-me na madrugada
com os barulhos das folhas a cair,
engano meu, era apenas meu coração
palpitando em uma velocidade desordenada
roubando a minha emoção.

Não sei dizer quem sou
pois, engano-me todo instante
como posso dizer que sou forte?
se até meu coração me leva a morte!

Lagrimas inesperadas rolam sobre minha face
descontentamento do invisível tira meu sono
risos quase que não sei mais o que são
até quando me enganarei comigo mesmo?

O comum não me alegra mais
Novidades estão difíceis
infectado estou
com o vírus que a mídia disseminou.

Mais de uma coisa eu tenho certeza
a solução esta nas minhas mãos
lutarei com a minha cabeça e meu entendimento
e não mais com o coração.

3 comentários:

  1. "Levanto-me de madrugada com o barulho das folhas a cair"...achei perfeito!

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  2. Essa poesia é intrigante. Acho que senti o que ela expressa: novidade, novidade, novidade...e é disso que eu preciso!

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  3. Nossa Dan! Amei essa poesia ...me identifiquei com ela! rsrsrs

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