Como foram bons os tempos de criança
Eu urinava na cama sem me importar com o odor que me sufocaria
Andava de cueca e nem ligava para as zombarias
Como foram bons os tempos de criança
Dormia até tarde e rotina alguma existia
Brincava o tempo todo e nenhum problema me interrompia
Mas as coisas foram mudando
Maturidade fui adquirindo
Conhecimentos que achava que seria bom tê-los
Não passaram de limitações.
Hoje sinto-me preso
Preso ao sistema que me controla
Destrói os sonhos e as vontades
Que existiam em outrora
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Auto-suficiência
Pra que escrever
se não tiver ninguém para ler?
Pra que cantar
se não tiver alguém para escutar?
Somos eternos dependentes
de todos que nos cercam
de todos que nos ergam.
Auto-suficiência não existe,
pois, todo mérito tem que partir de um superior
“então, como posso dizer
que sou o que não sou”?
É hora de descermos do salto
descermos do lugar alto que nos encontramos
pois, somente quando descemos
percebemos onde estamos.
Estamos circundados de pessoas
que com todos seus esforços nos ajudaram a abiscoitar
o mérito que hoje acho que é só “meu”
mas, Iludido estou se ainda assim pensar.
Espero ter ajudado
a desmistificar esse conceito
pois somente assim poderemos extirpar
uma boa parte desse preconceito.
se não tiver ninguém para ler?
Pra que cantar
se não tiver alguém para escutar?
Somos eternos dependentes
de todos que nos cercam
de todos que nos ergam.
Auto-suficiência não existe,
pois, todo mérito tem que partir de um superior
“então, como posso dizer
que sou o que não sou”?
É hora de descermos do salto
descermos do lugar alto que nos encontramos
pois, somente quando descemos
percebemos onde estamos.
Estamos circundados de pessoas
que com todos seus esforços nos ajudaram a abiscoitar
o mérito que hoje acho que é só “meu”
mas, Iludido estou se ainda assim pensar.
Espero ter ajudado
a desmistificar esse conceito
pois somente assim poderemos extirpar
uma boa parte desse preconceito.
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