sábado, 26 de fevereiro de 2011
Questionando meu eu
Influenciará nas minhas decisões?
Até quando serei moldado
por ditames mal arquitetados?
Falo que a mídia não comanda meus pensamentos
Mas, fico ansioso quando vejo os lançamentos tecnológicos,
As roupas que caem como uma luva,
o sapato que combina com aquela roupa.
- Nossa me preocupo tanto com meus amigos que estão passando necessidades!
Mas não me importo com aqueles que estão na mesma situação e que não tenho afinidade.
Onde estão fundamentados os dogmas que me afeiçoa? Ser ético é isso?
É muito fácil ajudar quem nós amamos!
Vivemos em um mercado de troca, você quer ganhar? Dê primeiro.
Interesseiro? Sou mesmo. Mas, conformado com isso não estou.
Quem é que faz as coisas sem interesse algum? Alguém levantou a mão aí?
- Mentiroso!!!!! Pois, até uma bofetada que damos em uma pessoa nós esperamos o retorno,
Quem sabe outra bofetada, lágrimas...
Nossas mazelas intrínsecas só serão superadas quando aprendermos a reconhecer que existem monstros criados por nós, e ao se portar como coitados estamos fortalecendo e dando vazão a este bicho nocivo que somos os próprios responsáveis pela sua existência.
Fomos inseridos em um mundo complexo e incumbido a descobrir a felicidade entre os escombros da jornada vida, não se renda às pugnas desta vida passageira, lute, acredite, sonhe, pois o sonho é o veículo que te levará a terras nuca antes habitada.
Danilo Matos.
Apenas um Sonho utópico
O desejo de lutar e vencer foi dissipado juntamente com a fumaça que o vento arrastara.
A ilusão bradava em voz altissonante mostrando que se fazia presente.
Mais uma vez, encontro-me estático e bifurcado em mim.
Para onde ir? Interessante seria se eu soubesse.
Pois a força que vivo fazia-me sentir, expelida foi,
e agora o acaso tem razão! Lutar pelo que se não ver, é utopia.
Mas, vale mais a lágrima da derrota do que a vergonha de não ter lutado, acreditado, sonhado.
Umas pisadas, seguida de sussurros eu ouvia, será que já estou morto?
Independente da resposta que o meu eu me passara, ligar não podia.
Com veemência começo a cavar... Minhas unhas arrancadas foram, mas o desejo de vencer era maior que a dor, continuar ali, não queria, pois uma jornada enleada tinha que descobrir.
Continuo a cavar... Mas, percebo que não estou conseguindo obter o resultado que anseio, as forças tornam a mim, a alegria ressurgi, em meio aos escombros gritos!!! Ouvir-me ninguém podia, torno a cavar... Agora, com mais determinação.
O silêncio voltara, sozinho mais uma vez estava; continuar ou desistir?
Em um redemoinho, vinham lembranças do passado: Conselhos que minha mãe mim dera, palavras pessimistas dos meus colegas, incapacidade no trabalho, ausência na vida familiar... Tudo isso embrulhava a minha cabeça e mais confuso ficava.
- Meu Deus, o que fiz para merecer tudo isso? Escravo das minhas decepções eu sou, preciso de uma lei que venha abolir essa escravatura.
De repente uma voz bradava: - De uma lei você precisa? Não. O que você precisa é reconhecer o sacrifício que meu filho fez por você, sem pecado entregou-se a uma morte imunda para que hoje você e milhares de insatisfeitos tivessem o poder de fundamentar as coisas que se esperam tendo a certeza, a prova, a convicção das coisas que se não ver.
Pernas tremulas, olhos lacrimejando, taque cardíaco eu estava, a fé que recebi com as palavras do mestre me fez ver que não existe barreira que não possa ser enfrentada, luta que não possa ser vencida, com mais convicção voltei a cavar... Ouvi um som como de um liquidificar, mais ansioso fiquei, meus dedos já estavam despelados, mas a fé que em mim brotará, força me deu para continuar...
Quando pensando estava que conseguir não ia, foi aí que consegui, em um buraco que eu havia feito coloquei as mãos, finalmente pude sentir um vento frio sobe meus dedos, era uma sensação de estar vivo e com novos caminhos para trilhar. Comecei balançar as mãos, foi quando um grito com bastante emoção eu ouvi: - Graças a Deus tem alguém vivo aqui!!!!!
Era o pessoal do resgate que estava sobrevoando o local à procura de pessoas vivas.
O Hotel dos Sonhos havia desmoronado e com ele levou 299 pessoas deixando apenas uma pessoa viva, e essa pessoa era Eu.
Achando que tudo estava acabado, ouço um barulho como de alguém batendo na porta: toque, toque, toque... Com mais força TOQUE, TOQUE, TOQUE... Como se não bastasse ouço agora uma voz fina, porém intensa: Filho acorda!!!!! Você tem que ir para o trabalho.
Ufa! Tudo não passou de Sonho.
Danilo Matos, Enseada do Paraguaçu 24 de fevereiro de 2011.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Desabafo Intrínseco
Forte? Sim. Forte! Ser forte suficiente
para não seguir a rota que a vida me obriga
e com apenas um passo decidir minha vida.
Lacunas se fazem presente no meu ser
são as consequências de atos, acasos, de abafo
consequências que me levam a pensar:
como encarar e a vencer os monstros que eu mesmo faço.
Coisas acontecem sem minha permissão,
invadem o meu espaço sem pedir licença
e com toda ousadia
tira as minhas crenças.
Crenças que me faziam sentir vivo
que me levavam a acreditar, a almejar, a me encantar
com coisas que não tinham sentido,
mas que me davam mais alento para continuar avindo.
Com esta certeza encerro este poema
a vida é cíclica!
E para viver bem
é só não se preocupar com sua lida.
Danilo Matos, São Roque do Paraguaçu 19 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
O Descontente
quanto desânimo;
quanta frieza roubando meu ânimo.
Levanto-me na madrugada
com os barulhos das folhas a cair,
engano meu, era apenas meu coração
palpitando em uma velocidade desordenada
roubando a minha emoção.
Não sei dizer quem sou
pois, engano-me todo instante
como posso dizer que sou forte?
se até meu coração me leva a morte!
Lagrimas inesperadas rolam sobre minha face
descontentamento do invisível tira meu sono
risos quase que não sei mais o que são
até quando me enganarei comigo mesmo?
O comum não me alegra mais
Novidades estão difíceis
infectado estou
com o vírus que a mídia disseminou.
Mais de uma coisa eu tenho certeza
a solução esta nas minhas mãos
lutarei com a minha cabeça e meu entendimento
e não mais com o coração.
“A monotonia existe na vida daqueles que não tem a sensibilidade de contemplar o belo de fazer o que ninguém quer e de ouvir o que todos rejeitam”.
Eram duas horas da tarde quando Dando e Diego chegaram à escola na qual eu e a Cláudia estamos trabalhando, meio afoitos eles nos confronta com uma proposta meio que irresistível, pois eu e a Cláudia não tínhamos nada para fazer na escola naquele horário, Dando e Diego - vamos da um passeio no Mato? Sem muita demora logo respondemos – claro que sim!...
Então vamos lá... Passamos na casa do Diego para pegarmos o carro de mão e logo fomos para o tão sonhado mato. Logo no caminho a Cláudia que não agüenta ver nada parado, logo pediu para o Diego levá-la no carro.
No caminho muitas gargalhas foram dadas, ainda mais que a nossa amiga Cláudia não agüenta ficar parada um minuto se quer. Surpresas não paravam de surgir, cada passo que dava-mos avistava-mos coisas impecáveis criada pela natureza, o som dos pássaros levava-nos a refletir na perfeição do nosso criador Jeová.
Caminhamos, caminhamos e caminhamos enfim chegamos ao local no qual os antropólogos estavam fazendo algumas escavações, pois, naquele local aviam indícios que comprovavam que aquele lugar moravam quilombolas, há muitos anos atrás. Não paramos por aí, a cada passo que dávamos percebíamos o quanto os antropólogos tinham razão, muitas coisas avistamos que revelava os segredos daquele lugar. Bom, vamos continuar, pois a nossa aula com a professora vida não tinha acabado, conversa vai conversa vem, meio distraído e encantado com tudo que tinha visto nem me preocupei com os obstáculos que nos cercavam, coitado de mim quando fui perceber já estava no chão e para completar os carrapichos do mato tinha colado na minha calça, que trabalheira, mas quando se tem amigos verdadeiros por pertos todas as barreiras se tornam diversão, logo meus amigos me ajudaram a removê-los.
“O primeiro passo para a diversão é: não se importar com os percalços que irão aparecer ter a capacidade de transformar-los em oportunidade de recomeço.
Com mais um passo avante avistamos uma pequena planta repleta de frutas amarelas, como eu estava faminto logo perguntei: - Ô Dando pode comer dessa fruta? Sim, sim foi à resposta que ele deu e a que eu esperava é claro, afobado fui com tudo mete a mão, aiiiiiiiiiii... Mas me dei de mal, pois havia muitos espinhos defendendo aquela linda plantinha, mas isso não foi um empecilho, fui com mais cuidado e consegui.
“Para desfrutarmos das virtudes que a vida nos oferece, é necessário ir com cuidado, pois, sutilmente à natureza se defende”.
Com muitos esforços chegamos ao nosso destino, Baixa do urubu, lugar lindo, vista panorâmica, muitos pássaros... Enfim tudo perfeito.
Agora que já vimos o que queríamos e por sinal até mais do que imaginávamos, vamos voltar para a nossa missão. Na volta Diego pediu que fossemos por outro caminho, pois, ele garantia que muitas surpresas iriam surge. Não é que ele estava certo!!! Surpresas não paravam de aparecer, tão bobo eu estava que por pouco não cortei meu rosto na tiririca que estava enramada em uma linda planta.
“Quando caminhares em busca dos seus objetivos, esteja atento a tudo que te cerca, pois, um momento de irreflexão algo inesperado pode acontecer”.
Essa foi a nossa aula com a professora vida.
Danilo Matos
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Pensamento motriz
Vozes vindas do além, quase que inaudíveis, ecoa constantemente calando a minha voz.
Interrogações sufocam-me constantemente, são dúvidas vociferando, causando um som insuportável nos meus tímpanos.
Quem sou? Por que sou?
Responder... Quem poderá?
Horas mostro-me forte, suportando todas as afrontas que a vida me propõe, mas não sou de ferro nem muito menos super-herói.
Quando não suporto mais, abro a boca e levanto meus ouvidos, com intrepidez vocifero: - Oh! vida minha, o que tu tens comigo? Por que me silencia quando estou convicto do que quero? Será que serei sempre escravo seu? Responda-me, pois, meu coração está ávido por respostas.
De repente, ouço um burburinho...
Meu coração palpita em uma velocidade desordenada, causando-me falta de ar.
Lanço-me ao chão e tento ouvir o que a vida quer falar:
-Ô vivente insensato até quando me interrogará com suas perguntas vazias?
Não sabes que vives em uma escola? Não percebeste que o erro de ontem te fortaleceu para o agora? Até quando duvidarás de mim? Não sabes que só quero o seu bem!
-Viva constantemente o agora, pois, tudo que fizeres hoje refletirá amanhã.
Com os olhos lacrimejando, levanto-me do chão, conformado com tudo que ouvi, silencio-me.
Cabisbaixo, saí do anfiteatro, triste, mas convicto que: a escola da vida formará apenas aqueles que têm a sensibilidade de escutar o que todos rejeitam, de ver o que ninguém quer e de fazer o que todos têm medo.
Quando saíres em busca de seus objetivos não se esqueça de levar contigo uma caneta, para você reeditar todos os erros cometidos, os erros são quem te fortalece para o amanhã.
Danilo Matos, Enseada do Paraguaçu 26 de janeiro de 2011
Desmistificando o conceito ético
Deparado com estas situações uma pergunta nos interroga: quais os princípios éticos que temos seguido?
Falar de ética e não envolver unidade é mesmo que estar contradizendo a realidade, mas infelizmente o ser humano tem criado outro conceito e tem afundado nos seus lemas hipocondríacos: onde ter é melhor que ser. Como podemos afirmar que somos éticos se não nos preocupamos com os nossos visinhos que esta passando fome, com a falta de amor que esta assolando à nossa nação, com as pessoas que estão vivendo na mazela? A mídia que deveria ajudar, se perdeu no labirinto do ter, e talvez inconscientemente inverteu seu objetivo, onde deveria estar levando informações positivas, informações que aumentassem o nível cultural da sociedade, que ajudasse a se prevenir das ciladas do dia a dia, mas infelizmente isso não está acontecendo. As informações negativas têm chegado às casas dos telespectadores como um prato finíssimo, com direito a sensacionalismo e tudo mais... A morte, miséria, foi tão banalizada que acabou se tornando um dos pratos preferidos dos teventes, a morte não causa mais momento de reflexão, pois já está moldada nas mentes como algo que tem que acontecer independente de como advenha. Agora que todos já estão infectados com o vírus que a mídia disseminou, só nos resta ficarmos de braços cruzados esperando o próximo capítulo deste conto? Não, temos que arregaçar as mangas ir de encontro a essa luta que é de todos, pois se o conceito ético foi “mudado” a culpa não é só de um, mas de todos.
Os métodos educacionais têm que ser ampliado, ao invés de estar facilitando, por exemplo, a entrada de um negro na universidade, essa “divina” cota não tem dado título positivos para os negros ao contrário está provando que os negros não são capazes de competir de igual com um branco, mas de uma coisa temos certeza, que a cor da pele não define o grau de intelectualidade de nenhum ser humano.
A Desmistificação do lema que esta implantando na parte intrínseca do ser humano no que diz respeito à ética é a solução que temos para formarmos cidadãos que pensam e que agem com dignidade e amor para com o próximo.
Danilo Matos
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Quem busca a felicidade sem Deus caminhará de olhos vendados a procura do inalcançável.”
“A vida é uma escola, si formará nela somente aquele que usar os percalços como oportunidade de recomeço.”
“Ame as pessoas pelos defeitos que elas possuem, pois, dessa forma você nunca se decepcionará com elas.”
“As perdas quando bem trabalha, serve como adubo, para fortificar o jardim da esperança.”
O ser humano é uma caixa de mistério, desvenda-lo-a somente aquele que aprender os códigos do bom viver.
“Nessa vida ninguém (ser humano) cria nada, apenas aperfeiçoa.”
Não existe pessoa mais sábia que a outra, o que existe é pessoas com os ouvidos sensíveis para ouvir o que a vida diz.
Quando tornamos os nossos ideais como leis não revogáveis, estamos acabando de desencadear o monstro do insucesso, pois a verdade humana fundamentada no seu eu é um bem inatingível.
Danilo Matos.
A importância do voto consciente
No dia 15 de novembro comemora-se a resistência de um povo que lutou com toda garra, para que hoje eu + você= cidadãos tivéssemos a armadura necessária para se proteger da corrupção que assolam à nossa nação.
Mas infelizmente essa armadura não tem sido usada de uma forma correta, muitas pessoas tem perdido a essência que fundamenta o dia 15 de novembro e tem entregado de mãos beijada o poder que é capaz de revolucionar à nossa nação.
Votar consciente é: analisar as proposta dos candidatos sempre com um olhar crítico e não passivo, é interrogar os mesmo com o intuito de saber se os futuros eleitos estão consciente das suas obrigações quanto prefeito, vereador ou..., é não se vender por mais cara que seja a proposta, “pois tudo que tem um preço é barato, agora aquilo que não tem preço ai sim isso é caro” (Augusto Cury), e o poder de decidir quem irá governar, presidir... isso não tem preço.
Agora que já sabemos o que é votar consciente, só nos resta colocar em prática e ir de encontro a uma luta que é de todos. Cidadão o futuro da nação esta em nossas mãos, seja qual for as pugnas que te assola não se renda à corrupção, pois ao vendermos o nosso voto, estamos vendendo também o direito de cobrar as mudanças devidas para a melhoria do seu bairro, cidade...
Não esqueça é na eleição que todos nós se igualamos seja um letrado ou um iletrado, por isso faça valer o seu poder como cidadão que pensa e que age com dignidade, vote consciente!
Aventura no Maia
Ao caminhar em direção ao Maia, não imaginávamos que tantos percalços entrelaçariam os nossos passos, mas isso não nos intimidou, pois de uma coisa tínhamos certeza que: por detrás de uma nuvem escura existe um lindo sol!
...Continuamos a caminhada... de longe avistamos alguém se esconder confesso que fiquei um pouco com medo, mas quando se trabalha em equipe a segurança de um, passa para o outro e assim se vai... Quando menos esperávamos uma nuvem escura formava sobre as nossas cabeças avisando-nos que é hora de correr!!!!!!!!!!!corre, corre, que é vem água!!!!...
Logo percebemos que todas as interpérias que nos rodeavam, era uma forma de a natureza nos falar que algo perfeito estava por vim. Achando que já estava perto de chegarmos ao tão sonhado Maia, me alegrei, pois, eu achava que todas as barreiras haviam acabado, engano meu, pois o que nos esperava era uma cerca repleta de arames, que tinhamos de atravessar para chegarmos ao outro lado da praia, sem contar que o mar enchia a cada minuto que passava nos impedindo de ter um acesso sem fronteira ao nosso destino, para completar a nossa aventura, adivinhe o que apareceu???? uma cobra, mais não nos assustamos, pois, a cobra parecia que estava bêbada, não se movia pra nada. Acha que já acabou??? espera uma pouco, pois, já está perto...continuamos a caminhada... Assim que passamos da cobra alcoólatra, o que nos esperava era mais assustador do que imaginávamos, sabe o que foi??? uma pedra repleta de ostras, logo pensamos: ―como vamos atravessar sem nos molharmos? Pois, eu e a Cláudia ainda iria trabalhar durante a tarde!? A Cláudia com seu jeito travesso logo o trapassou aquela barreira, mas infelizmente eu não dei a mesma sorte, quando eu fui atravessar, acabei me cortando, mais não foi nada de mais, pois, o que a natureza faz ela mesma trata de concertar, mesmo assim isso não nos impediu de caminhar, eu muito cansado já estava um pouco desanimado pois andava, andava e andava... e nunca chegava, mas, de repente avistamos uns pescadores que nos orientou a respeito do mar, mais a melhor surpresa estava por vim, quando cruzamos um morro feito de lajem, avistamos o tão esperado Maia, pensem ni um lugar perfeito: águas cristalinas, os peixes passam perto dos seus pés, uma brisa que nos convidava a deitar na quela areia alva como uma neve e refletir o quanto o homem tem destruído o que Deus fez perfeito. De repente vem Dando com seu jeito animado e acorda-nos do que parecia um sonho: ―NÃO PODEMOS DEMORAR POIS O NIVEL DO MAR ESTA ALMENTANDO E ISSO IRÁ DIFICULTAR A NOSSA VOLTA...
Lá vamos nós, cumprir o que nos foi outorgado, Cláudia bem animada com o que tinha visto, nem estava preocupada com todo percurso que teria-mos que repetir.
Quando estavamos voltando, todos cansados, mas sorridentes nem nos damos conta que o nosso amigo Diego havia ficado para trás, só percebemos quando ouvimos um baque, parecia o som de uma jaca sendo arremessada sobre o chão, Bumm!!!! quando olhamos para atrás todos assustados para vê o que estava acontecendo, nem lembramos do trato que que nossa amiga Cláudia havia feito: que se alguém caísse ninguém iria rir... Ummm!! você acha que isso funcionou? kkkkkkkkkkk... o nosso amigo Diego havia sido arremessado sobre o chão, e como se nós não tivéssemos percebido ele ainda nos fala: ― i caíiiiiiii...!!! Esse foi o nosso dia de aventura.
Assim disse Augusto Cury: A vida é universidade, mais pouco ensina para quem não sabe se colocar como aluno. E esse passeio com certeza nos ensinou muito, nele aprendemos que as pugnas que nos cercam é uma forma de a vida falar-nos que algo perfeito esta por vim, quando os percalços da vida estiverem grande, impedindo que você veja o horizonte, não desanime, por que ele esta te falando que o seu momento de glória esta perto, não seja escravo das circunstância faça ser feliz cada minuto vivido, Jesus não veio ao mundo trazer paz e sim espadas, lute pelos seus objetivos, sonhe alto pois o sonho determina o tamanho do percurso que você terá que alcançar, defina a onde você quer chega para não caminhar sem destino no vasto mundo da ilusão.
Enseada do Paraguaçu
com gentes de toda cor
lugar tão claro e lindo
parecendo uma linda flor.
Enseadinha cheia de graça
onde cantam os sabiás
lugarzinho tão lindo e mágico
que encanta todos que estiveram lá
Passeando em sua praia
relembro todos os momentos vividos
dias de risos e de choro
mas todos bem vivido
Hospitalidade é a qualidade dos seus moradores
Recebem tudo e todos com alegria
parecendo que já possuía
uma amizade cheia de magia
Quem me dera voltasse o tempo
em que nele não teve atento
para fazer diferente
as coisas que até hoje não me contento.
Com tristeza me despeço
desta terra maravilhosa
muitas lembranças levarei deste lugar
que muito me ensinou o que é amar.
Danilo Matos
A construção do Edifício Educação
Na cidadezinha chamada Esperança, havia um projeto que jazia mais de cinqüenta anos que estava em andamento. Profissionais de diversas graduações já tinham trabalhado nesse projeto, mas no entanto essa construção nunca finalizava; sempre que si colocava um bloco logo as rachaduras apareciam.
Encabulado com o que estava acontecendo, o Engenheiro Rômulo Pinheiro formado na Faculdade de Harvad começou a estudar toda aquela planta, pois em nenhuma história da construção civil nunca se ouviu uma catástrofe como essa.
Passado três dias, chega o engenheiro com as respostas que a população esperava a tanto tempo. Como já haviam muitos anos que naquela construção não se colocava nenhum bloco, a população estava ansiosa para saber a causa dessa demora, o engenheiro então resolveu convocar toda a população para reunir-se em frente ao Coreto, pois lá ele tiraria todas as interrogações.
Finalmente chega o dia mais esperado, toda a população esta ali reunida e ansiosa para saber tim-tim por tim-tim. Rômulo (engenheiro) se posiciona pega o microfone e começa a falar: — Boa tarde! senhoras e senhores é com muito prazer que estou aqui, para esclarecer todas as interrogações que tanto frusta essas mentes cansadas.
—Como todos já sabem meu nome é Rômulo Pinheiro, sou formado em Engenharia Civil e pós doutorado em Sociologia formado pela Faculdade de Harvad e estou aqui para ajudar vocês. Bom, chega de blá blá blá! vamos ao assunto que fustiga nossas mentes.
O engenheiro Rômulo chegara na quela Cidade a mando do prefeito Neres.
—Na sexta-feira passada eu havia pego o projeto para analisa-lo e tirar as conclusões devidas, depois de muitas horas de análise e inspeções no local da construção eu e meus colegas de trabalho: Ítalo e Roberto, concluímos que: Os profissionais que trabalhara ali na fundação do Edifício não tinham se preocupado com o alicerce, pois no mesmo haviam materiais que por sinal era de boa qualidade, mas não era necessário para a fundação de um edifício como esse, por esse motivo quando a construção chegou a um certo ponto ela começou a mostrar as suas rachaduras.
De repente, levanta seu Osvaldo com seu jeito grosseiro e ecoa sua voz :
—Sim seu engenheiro de meia tigela você já nos falou sobre as causas e quais as soluções seu mequetrefe?
Como sempre o engenheiro bem educado, responde à pergunta de seu Osvaldo.
—Boa tarde seu Osvaldo, como o senhor já sabe todo o problema dessa construção esta no alicerce, e quando se trata do alicerce a um nível de complexidade muito elevado, pois nós vamos ter que escavar toda superfície e implantar vergalhões e concreto, para que a base tenha uma ótima estabilidade e para que não venha apresentar outros problemas no futuro.
Moral da historia: "O alicerce é a base que sustenta toda construção, o mesmo estando dilacerado é impossível obtermos resultados plausíveis".